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Entre 1912 e 1914, o escritor
Ferreira de Castro, trabalha no seringal amazónico, na extração da borracha,
em condições de extrema dureza. Mais tarde, em 1939, publica ‘A Selva’, onde
relata essa experiência. Este trabalho pretendeu seguir, hoje, os passos de
Ferreira de Castro, entre o Seringal Paraíso e Belém do Pará, no Brasil.
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